A bulimia também um problema sério…

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  • Pois bem… Enquanto na anorexia existe uma relação de rejeição ao alimento, na bulimia o conflito dá-se através de uma relação ambivalente entre o desejo e a negação. Vamos entender melhor este processo.

    A bulimia é um transtorno que também está associado à dismorfofobia, mas não necessariamente. Existe um medo de ganhar peso, tal qual na anorexia, no entanto evidencia-se devido a uma falha no controle da vontade, levando o indivíduo aos extremos. Caracteriza-se pela intercalação de episódios de compulsão alimentar e vômitos autoinduzidos (e/ou outros comportamentos compensatórios tais como o uso inadequado de laxantes, diuréticos, prática excessiva de exercícios, etc). .

    O bulimico encontra-se preso em um ciclo vicioso que pode iniciar-se com dietas restritivas e sem orientação, levando-o a um estado de privação que aumenta a probabilidade de engajamento em nova compulsão alimentar que, por sua vez, intensifica seus comportamentos compensatórios. Daí em diante, o vômito é mantido pela redução do desconforto físico decorrente da distensão abdominal após a compulsão e pela redução da ansiedade de engordar. Nesse caso, tornar-se um fim em si mesmo, pois o que a pessoa julga ser a solução, na verdade, mantém o problema.

    Os acessos bulimicos são precedidos por um período de excitação e seguidos de mal-estar. Provocar o vômito após se alimentar torna-se um ato automático. Os episódios de compulsão geram culpa, sensação de fracasso e medo de engordar. Já os compensatórios provocam um alívio imediato, porém seguido de culpa e vergonha. Alguns sinais de que você pode estar vivendo algo desta natureza são:
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    . – Comer escondido e/ou às pressas para não ser visto; guardar alimentos embaixo da cama, ou em algum outro lugar, já se preparando para ou momento em que a vontade de comer surgir; pensar muito em comida ao longo do dia; PROVOCAR VÔMITOS APÓS SE ALIMENTAR; evitar a balança para não saber o seu peso real; sentir-se “empanturrada” quase sempre após as refeições realizadas; e ter uma certa tendência por alimentos hipercalóricos. 

  • Na maioria dos casos, é necessária ajuda externa para se conseguir a extinção total desses comportamentos, tendo em vista que os mesmos escondem, na verdade, conflitos interiores e relacionados à autoestima. Faça terapia para aprender a se relacionar melhor com os alimentos do corpo e descobrir quais os alimentos para alimentar sua alma!

    MC

  • Atendimento online em: http://www.psicolink.com.br/mariacesar
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