Relações destrutivas…

Resultado de imagem para relaçoes destrutivas

Primeiramente, é preciso saber que esse tipo de relação pode ocorrer entre casais, entre familiares e, ainda, entre amigos. Claro que cada tipo de relação terá especificidades relacionadas a sua essência. Não me deterei a essas particularidades nesta postagem, ok?

Uma relação destrutiva, como o próprio nome sugere, é aquela onde existem mais sensações negativas que positivas. Geralmente, são conflituosas, mas também pode acontecer deles não ocorrem pela anulação de uma das partes na tentativa de evitar o rompimento da relação.

Numa relação destrutiva, a dinâmica da relação é, de certa forma, “patológica” e causadora de diversos sentimentos que podem, a médio e longo prazo, destruírem a nossa autoestima. São relações permeadas de sentimentos de humilhação, exploração, não reconhecimento, inveja e muitas outras sensações que nos fazem adoecer emocionalmente. Não necessariamente leva ao desenvolvimento de transtornos mentais (como a depressão), mas nos adoece ao nos influenciamos pelo que sentimos, levando-nos a agirmos de maneira muitas vezes contrária ao que acreditamos ser. Adoece, portanto, nossa alma!

Relações destrutivas nos amargura, nos aprisiona e coloca em dúvida o nosso valor. Ou seja, nos faz sofrer, principalmente pelo desgaste das repetições.

Vários são os motivos que nos mantém presos a relações que nos maltratam, dentre eles falta de autonomia financeira ou emocional, medo da solidão, acreditarmos que será apenas uma fase e que tudo irá mudar, receio de sermos injusto com o outro, acreditarmos que temos a obrigação de suportamos a relação ou ainda pensarmos que merecemos o que vivemos.

Nem toda relação destrutiva está fadada ao fim. Em muitos casos, o treinamento da assertividade pode dar muitos resultados. O diálogo é sempre a primeira e principalmente ferramenta. No entanto, se não existir o desejo de mudança de ambas as partes, talvez, a única saída seja o rompimento da relação.

Portanto, é preciso que você avalie até que ponto a mudança seja possível e, principalmente, até que ponto vale a pena investir nessa relação!
A terapia pode te ajudar a fazer essa avaliação. Não sofra sozinho. Procure ajuda.

MC

Atendimento online em: http://www.psicolink.com.br/mariacesar

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s