A maternidade e o desejo sexual!

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  • Desejo = sexo?
    NÃO
    Desejo = dormir!

    Pois bem… essa é a realidade de muitas (ou praticamente TODAS) mulheres após a chegada de um bebê. E isso significa que essas mulheres não gostam ou não vão mais gostar de sexo? Ou que perderam o interesse ou deixaram de amar seus companheiros? CLARO QUE NÃO! Isto significa que sua realidade mudou e que elas precisam de um tempo para se adaptarem e ajustarem essa mudança ao que já possuíam antes da maternidade, incluindo-se aqui sua vida sexual!

    Vamos entender, então, algumas dessas mudanças e suas consequências para a nova mãe!

    1. Mudanças fisiológicas: pra começar, vivemos uma verdadeira revolução hormonal desde a gestação até o parto. A mais importante, talvez, do ponto de vista da libido feminina, esteja relacionada à presença marcante da prolactina – hormônio responsável pela produção do leite materno e, inversamente, responsável pela diminuição do desejo sexual. Esse efeito “devastador” sobre esse desejo é tão grande que alguns estudos sugerem que pais que participam ativamente e com grande frequência dos cuidados com o recém-nascido tambem têm alterações hormonais (claro que em condições mínimas quando relacionados à mulher) que modificam o seu padrão desejante.

    2. Mudanças corporais: não há como negar que as mudanças ocorridas durante e após a gravidez interfiram diretamente na forma como a mulher se coloca sexualmente perante seu companheiro. Nosso corpo se modifica totalmente, o que nos leva a nos sentirmos inseguras quanto ao desejo dos nossos maridos. Logicamente, nossa autoestima sofre um abalo, que por sua vez pode nos levar a evitarmos o sexo por um medo inconsciente da rejeição.

    3. Objeto de desejo transformado em fonte de alimento: antes, temos um SEIO. Depois, temos um PEITO cheio de leite! Como não esperar que essa mudança não nos atinja sexualmente? Tanto a mulher quanto o homem, necessitam de uma fase de adaptação a esta nova realidade. Na maioria das vezes, precisam transferir o desejo antes direcionado a esta parte específica do corpo, para outras partes. E a depender do quanto de “valor” o casal empregava aos seios, essa tarefa pode se tornar um tantinho difícil.

  • 4. Rotina exaustiva: amamentar, trocar fraldas, dar banho, acalentar, colocar pra dormir, acordar várias vezes na madrugada, em alguns casos, cuidar da casa, dos outros filho… enfim… venhamos e convenhamos que a última coisa que uma mãe/mulher irá pensar nesse período é em sexo. Em cama, SIM, pensamos muito… mas, apenas, para dormir! rs

    Portanto, se você está vivendo algo assim e se sente “apática” com relação ao sexo, não se culpe, nem se desespere. ISTO VAI PASSAR! Nessa fase, é extremamente importante o diálogo entre o casal, para que tudo ocorra naturalmente e sem grandes pressões emocionais para ambos. Respeitar e compreender o momento emocional e físico que sua mulher está passando é, sem dúvida, uma grande prova de amor!

    MC

Atendimento online em: http://www.psicolink.com.br/mariacesar

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