Herança afetiva…

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  • ⭕Beijar e abraçar um bebê é algo que praticamente todo mundo consegue fazer. Afinal, um bebê é só um bebê! No entanto, na medida que esse mesmo bebê vai crescendo, as demonstrações de afeto parecem ficar mais escassas. Quando eles crescem, ou quando crescemos, entram em cena, dentro das relações, emoções variadas tais como vergonha, medo da rejeição,preconceitos e outros influenciadores que distanciam emocionalmente as pessoas umas das outras.

    🔴A dificuldade de dar e receber afeto é algo que se constrói a partir das relações parentais. Mais precisamente, é algo que HERDAMOS DOS NOSSOS PAIS. O afeto, pode ser demonstrado por palavras ou gestos. Aprendermos a nos permitir tal “intimidade” é algo extremamente importante para a manutenção das relações afetivas. Elogios ou toques têm o mesmo efeito, mas se pudermos ter e oferecer os dois é ainda melhor. Entretanto, dar aquilo que nunca tivemos ou que tivemos em quantidade reduzida não é algo tão fácil de se fazer. E, exatamente por isso, acaba se tornando um círculo vicioso, sendo uma dificuldade transmitida de geração para geração.
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    🔵Mas, uma notícia boa é que mesmo quando a nossa herança afetiva tenha sido ͞negativa͟, temos a possibilidade de quebrar este ciclo de “des-afetos”. A falta de carinho e diálogo por parte dos nossos pais não nos torna sentenciados a uma vida sem “calor”. Para escaparmos deste “determinismo” é preciso, pois, tomarmos consciência de que tal dificuldade é tão somente um aprendizado disfuncional. Depois de adultos, podemos mudar as cartas e virar esse jogo. Como? Não reproduzindo com nossos próprios filhos os mesmos comportamentos e a frieza emocional dos nossos pais. Pois, infelizmente, muito provavelmente a relação de um adulto com o seu pai ou sua mãe permanecerá “pobre” em termos dessas demonstrações. Não é impossível conseguirmos tal mudança, mas o trabalho é muito maior e o esforço, por vezes, é suplantado pelas várias cicatrizes existentes nesta relação. 

  • Portanto, comece hoje, enquanto pequenos eles forem, a construir o seu patrimônio afetivo, a herança que você deixará para os seus filhos. Quanto mais tarde você deixar para começar a investir neste projeto de vida, menor será o rendimento entre vocês no futuro. E digo mais: continue a fazer “aportes” neste investimento. Afinal, o afeto não é uma fonte inesgotável. Ela precisa ser
    alimentada constante e permanentemente.
    Boa reflexão a todos
    MC

Atendimento online em: http://www.psicolink.com.br\mariacesar

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