Vamos continuar nossa conversa sobre as novas práticas educacionais?

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Pois bem…

Estamos na CULTURA do gozo fácil. Os pais têm enorme Dificuldade em oferecer limites às crianças e, pior, estão embasando suas inseguranças em teorias deturpadas e que pregam a CO-DEPENDÊNCIA entre pais e filhos como fator imprescindível para o bom desenvolvimento emocional desses últimos.

Tudo é permitido porque é instintivo. Não é preciso ensinar a dormir, a se alimentar, a deixar a fralda ou a cama dos pais. ELA (a criança) é quem dita as regras. Logo ela, como bem dizem os defensoras desta nova corrente, que é tão indefesa e imatura! Como um ser tão indefeso e despreparado pode ser colocado como REFERÊNCIA para si mesmo? Algo não tá batendo nessas novas práticas educativas.

E confirmamos isso com uma #superproteçao disfarçada de acolhimento. A tornamos emocionalmente incapaz de ser autônoma. Mas, eles (os novos “cientistas”), dizem o contrário. O cérebro da criança ainda não está pronto (Grande novidade! 😱) e, portanto, TUDO deve ser naturalizado. É livre demanda pra lá, livre demanda pra cá…

Birras? Não existem mais, são naturais e devem ser “acolhidas”! Li que até o TDHA está com seus dias contados! É isso aí… que banalizaram esse diagnóstico é bem verdade, mas dizer que esse transtorno NÃO existe e TUDO faz parte do desenvolvimento natural da criança porque ainda está em formação, é um pouquinho demais, não é não?

Mãe suficiente? Isso esta ultrapassado. Não, você tem que ser MAIS que suficiente. Tem que ser quase uma super-heroína e estar em PRONTIDÃO para atender às NECESSIDADES do seu filho. Deixe que ELE decide quando você não será mais necessária. Resta saber se esses novos parâmetros levarão este filho a este dia antes dos 30 anos de idade!

Bom, acreditar e APOSTAR nessa nova MODA é um direito seu. É uma escolha só SUA acatar o que é mais cômodo (em termos de função educativa dos pais), porém INCERTO para o futuro do seu filho. Qualquer psi pode atestar a quantidade de pessoas que estão em nossos consultórios TENTANDO aprender o que deveriam ter aprendido lá na infância ou adolescência, mas que não o fizeram, tadinhas, porque eram SÓ CRIANÇAS!

Boa reflexão a todos
MC

PS: A imagem foi retirada da internet e a sua origem (revista) nada tem a ver com o texto aqui em questão.

Atendimento online em: http://www.psicolink.com.br/mariacesar

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